Ofício de Trevas, com Ofício da Descida de Cristo à Mansão dos Mortos – Sábado Santo

Dia 26 de Março, Sábado Santo, a paróquia se reuniu para rezar o Ofício de Trevas, com Ofício da Descida de Cristo à Mansão dos Mortos. Logo após os coroinhas se reuniram com nosso pároco, Padre Kelvin, para tomar um café e compartilhar momentos sobre a Semana Santa.

Fotos: Marina Horn Espíndola

Ação Litúrgica da Paixão do Senhor – Sexta-Feira Santa

Dia 25 de Março, Sexta-feira Santa, a Igreja recorda a crucificação de Cristo, o nosso “cordeiro pascal” que foi imolado no calvário. Neste dia, segundo antiga tradição, não celebra a Missa, mas na hora da morte do Senhor nos reunimos numa Ação Litúrgica onde somos convidados a ouvir a Palavra de Deus, rezar pela Igreja e pelo mundo, adorar o Senhor na cruz, e receber a Sagrada Comunhão.

Foto: Geovana Hoffmann e Marina Horn Espíndola

Oração do Santo Terço – Sexta-Feira Santa

Dia 25 de Março, Sexta-feira Santa, devido as fortes chuvas, no qual impediram a tradicional procissão de Senhor Morto, a comunidade se reuniu para rezar o Santo Terço. meditando a paixão e a morte de nosso Senhor e as sete dores de Nossa Senhora.

Foto: Geovana Hoffmann

Via-Sacra – Sexta-Feira Santa

Na manhã do dia 25 de Março, após o Ofício de Trevas, por conta da forte chuva não ocorreu a Via-Sacra de rua, encenada pelos jovens, como de costume, mas não deixamos esse momento passar em branco. A comunidade se reuniu para rezar a Via-Sacra, dentro da Igreja Matriz, com piedade e devoção.

Foto: Marina Horn Espíndola

Ofício de Trevas – Sexta-Feira Santa

Na manhã de Sexta-Feira Santa, dia 25 de Março, a comunidade se reuniu para rezar o Ofício de Trevas.

A Semana Santa é tempo de rezarmos com maior frequência e intensidade e de estarmos com os ouvidos mais atentos à Palavra de Deus. Por isso a Igreja nos convida à oração não apenas nas principais celebrações do Tríduo Pascal (Santa Missa da Ceia do Senhor, Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, Vigília Pascal), mas também em outros momentos significativos de encontro com Deus e com os irmãos: entre eles o chamado “Ofício de Trevas”.

A Carta Circular Paschalis Sollemnitatis da Congregação para o Culto Divino, da Santa Sé, sobre as celebrações da Páscoa, nos diz no Nº 40: “É recomendada a celebração comunitária do oficio da leitura e das laudes matutinas na Sexta-feira da paixão do Senhor, e também no Sábado Santo (…) Este oficio, outrora chamado das trevas, conserve o devido lugar na devoção dos fiéis, para contemplar em piedosa meditação a paixão, morte e sepultura do Senhor, à espera do anúncio da sua ressurreição”. Ao falar sobre o Sábado Santo, a mesma instrução nos diz: “Durante o Sábado Santo a Igreja permanece junto do sepulcro do Senhor, meditando a sua paixão e morte, a sua descida aos infernos, e esperando na oração e no jejum a sua ressurreição. Recomenda-se com insistência a celebração do oficio da leitura e das laudes com a participação do povo. Onde isto não é possível, prepare-se uma celebração da palavra ou um pio exercício que corresponda ao mistério deste dia. Podem ser expostas na igreja, para a veneração dos fiéis, a imagem de Cristo crucificado ou deposto no sepulcro, ou uma imagem da sua descida aos infernos, que ilustra o mistério do Sábado Santo, bem como a imagem da Santíssima Virgem das Dores”.
Então, o que é o Ofício de Trevas? Trata-se da oração da Liturgia das Horas dos dias da quinta-feira santa, sexta-feira santa e sábado santo, realizadas ao cair da tarde ou no início da manhã, acompanhados de um candelabro de quinze velas. Ao longo da recitação dos salmos, hinos e orações, as velas vão sendo apagadas uma a uma, até rezar uma única vela acesa. As velas que vão se apagando representam os discípulos, que pouco a pouco abandonaram Nosso Senhor Jesus Cristo durante a Paixão. No fim, apagam-se as luzes para simbolizar o luto da Igreja e a escuridão que baixou sobre a terra quando Nosso Senhor morreu. No término do Ofício se faz também um ruído, chamado “strepitus”, que significa o terremoto ocorrido e a perturbação dos inimigos e recordam a desordem que sucedeu na natureza, na morte de Nosso Senhor.
Ao apagamento progressivo das luzes até a plena escuridão sucederá depois, no sábado santo de noite, a Vigília Pascal. O templo se encontrará às escuras para iniciar a celebração e, paulatinamente a luz irá se propagar a partir do fogo novo e do círio pascal, sinal do Cristo Ressuscitado, que transmitirá a luz para as velas dos fiéis congregados até iluminar por completo a igreja.

Foto: Geovana Hoffmann

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