Solenidade de Corpus Christi

No alvorecer do dia 26 de Maio, os fiéis de nossa Paróquia, unidos com os fiéis das Igrejas espalhadas pelos quatro pontos cardeais, que neste dia celebram a Solenidade de Corpus Christi (exceto as que, por questão pastoral, celebram no domingo seguinte), celebraram com grande amor, piedade e devoção a Festa do Augustíssimo Sacramento da Eucaristia, desde a confecção dos tapetes, Santa Missa e a procissão. Com efeito, celebrar tal Solenidade é manifestar publicamente nossa fé na Presença Real de Jesus em tão sublime sacramento. Confira:

Foto: Geovana Hoffmann e Marina Horn Espíndola
Texto: Diogo César da Rocha

Santa Missa da Solenidade de Pentecostes

Na noite do último domingo, dia 15 de Maio, foi celebrada a Santa Missa paroquial da Solenidade de Pentecostes. Jesus glorioso envia do Céu o Divino Espírito Santo, convidando-nos a participar da comunidade de amor que é a Trindade.
Não obstante, se a Igreja é o Corpo de Cristo, ela necessita de uma Alma. Esta Alma é o Amor de Deus derramado em nossos corações, a pessoa do Espírito Santo. Quem não recebeu este Amor é pobre no pior sentido da palavra. Devemos nos dirigir a Ele com a humildade de verdadeiros mendigos e suplicar este Amor do qual não somos capazes.
De forma estranha algumas pessoas pensam que é possível receber Jesus sem receber o Espírito Santo. Mas se alguém realmente recebe o Ungido (Christós), recebe necessariamente a sua Unção (Chrísma). São Basílio Magno nos recorda:
Pois em primeiro lugar [o Espírito Santo] uniu-se a própria carne do Senhor, tornando-se a unção e inseparavelmente presente. Πρῶτον μὲν γὰρ αὐτῇ τῇ σαρκὶ τοῦ Κυρίου συνῆν, χρίσμα γενόμενον, καὶ ἀχωρίστως παρὸν. Primo enim adfuit ipsi carni Domini, dum factus est unctio, et inseparabiliter coniunctus (De Spiritu Sancto, c. 16, n. 39; PG 32, 139-140C).
Jesus e o Espírito Santo são inseparáveis. A consequência para nossa vida espiritual é enorme. Se vivemos a nossa Páscoa, se suportamos a Cruz de Cristo, recebemos também o Espírito, a força que vem do alto, que nos ajuda a carregá-la.
É este o grande segredo dos Santos. Vemos sua vida sofrida e nos assustamos. Mas é que nos esquecemos do doce hóspede da alma que consola e acalma. É o Espírito Santo quem torna o fardo leve e o jugo suave.

Foto: Marina Horn Espíndola

Vigília de Pentecostes

No crepúsculo do dia 14 de Maio, celebramos solenemente a Divina Liturgia da Santa Missa da Vigília de Pentecostes. A Vigília se trata de uma celebração prolongada, ou seja, com o acréscimo de mais algumas leituras, os seus salmos e as orações correspondentes, deferente do modo habitual de uma Santa Missa dominical. Esta Vigília nos introduz no mistério de Pentecostes, onde o Espírito desce efusivamente sobre os Apóstolos e a Virgem Maria, “pneumatificando” suas vidas e, sua amada Esposa, a Igreja. Com efeito, Jesus deixou à Sua Igreja o maior de todos os dons, o Espírito Santo, que é Deus, a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade: “Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos Profetas”. O Espírito Santo perscruta toda a atividade da Igreja. Com Ele rezamos, com Ele agimos e com Ele nos unimos a Nosso Senhor vivo, glorioso e ressuscitado no meio de nós.

 

Foto: Geovana Hoffmann e Marina Horn Espíndola.

 

Santa Missa em honra a Nossa Senhora de Fátima

No dia 13 de Maio, nos unimos aos miríades de fiéis espalhados pelo mundo para elevar nossa prece a Virgem de Fátima. Durante a tarde foi recitada, com muito a amor e devoção, a piedosa oração das “Mil Ave-Marias”. A noite a comunidade se reuniu para celebrar a Santa Missa em honra a santíssima Virgem.

Foto: Marina Horn Espíndola
Texto: Diogo César da Rocha

Santa Missa em Ação de Graças pelos 26 anos da criação da Paróquia

Na última quinta-feira, dia 12 de Maio, foi celebrado o Santo Sacrifício da Missa em Ação de Graças pela passagem do 26º aniversário da elevação canônica de nossa amada Paróquia da Santa Cruz. A Paróquia da Santa Cruz foi criada por decreto do então Arcebispo Metropolitano de Florianópolis, Dom Afonso Niehues, em 12 de maio de 1990. Teve como primeiro pároco, o padre Vitor Schlickmann, atual bispo auxiliar emérito, residente na mesma Paróquia. Seu território, totalmente desmembrado da Paróquia dos Sagrados Corações, abrange os bairros de Areias e Serraria, e parte do bairro de Potecas, na cidade de São José.
Oremos, irmãos e irmãs, por esta porção do povo de Deus confiada aos cuidados de nosso Administrador Paroquial, padre Kelvin Borges Konz, para que tenham sempre os olhos fixos em nosso Divino Mestre, atentos e doceis a Sua Palavra.

Foto: Marina Horn Espíndola
Texto: Diogo César da Rocha