Aniversário de Dom Wilson

A Arquidiocese de Florianópolis celebrou com alegria e gratidão a Deus, os 63 anos de vida do arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, no dia 10 de julho, com Missa solene na Igreja de Santa Cruz, em Areias. A Celebração Eucarística foi concelebrada pelo bispo emérito, Dom Vito Schlickmann; o vigário geral, Pe. Vitor Feller; o pároco da Paróquia, Pe. Kelvin Konz; Pe. Silvano de Oliveira e diácono Venceslau Ferreira. Contou com a presença dos seminaristas do Seminário Propedêutico Monsenhor Valentim Loch - São José, de fieis, movimentos, diáconos e sacerdotes de diversas paróquias da Arquidiocese.

Dom Wilson começou a Celebração Eucarística com palavras de gratidão a Deus pelo dom da vida, pelos 63 anos e por tudo que lhe aconteceu. Na homilia, destacou que sofrimento e preocupação aparecem e na vida de padre, também se tem angústias, sofrimentos, coisas que não se encaixam. Mas se deve todos os dias, abraçar o que é apresentado. “Vamos agradecer as alegrias, mas também, o que não nos agrada. Aí a paz acontece. Cristo no caminho do Calvário era um homem em paz. Que a cruz não nos tire a paz”, afirmou o arcebispo que também é o presidente da CNBB-Regional Sul IV.

Ainda na homilia, o catarinense da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos), disse que Deus acolhe o homem com as fraquezas e infidelidades e o ama desde sempre. “E nos sentir amados por Deus, muda muita coisa em nossa vida. Hoje agradeço por tudo”, explicou o arcebispo que desde criança, colocava-se em oração. “Isso era forte em mim.”

Pouco antes de terminar a Missa, o vigário geral, Pe. Vitor Feller, lembrou que aniversário se celebra em família. “Um milhão e meio de pessoas são membros da sua família, da qual o senhor é pai. Todos nós representamos sua família e nos reunimos no banquete espiritual e eucarístico, para louvar e celebrar o dom de sua vida. Sacrificar sua existência por amor do seu povo, nestes seus 63 anos de vida. Somos muito agradecidos a Deus e ao senhor, pela entrega de sua vida por nós. E queremos também nos sacrificar pela Igreja”, concluiu Pe. Vitor ao chamar o jovem João Augusto de Farias para entregar um presente em nome de toda Igreja.

Para Teresinha Motta Laurindo, Dom Wilson é tão especial que não consegue expressar em palavras. “Desejo que ele tenha muita saúde e Deus dê bastante força para continuar na caminhada”, disse a funcionária que trabalha há 24 anos na Cúria Metropolitana.

O seminarista Fernando Meira também era só alegria ao expressar a homenagem ao arcebispo: “Que Deus o abençoe e continue iluminando sua vida, com muita força para pastorear o seu rebanho”.

Após a Missa, os padres, diáconos e funcionários da Cúria confraternizaram com o arcebispo em um almoço no salão paroquial, preparado pelo Movimento de Irmãos da paróquia.

Fonte: Arquidiocese de Florianópolis

Solenidade de Corpus Christi – Matriz

A Festa do Corpus Christi, ou do Corpus Domini, foi introduzida, no Ocidente, no século XIII. Interpreta-se como efeito da crescente importância que a adoração à Eucaristia ia tendo na Igreja, em relação ao que até então tinha sido chave fundamental: a celebração e a comunhão. Esta ênfase na adoração foi a resposta à heresia de Berengário, no século XI, que negava a presença real de Cristo, neste sacramento.
O Corpus celebrou-se, pela primeira vez, em 1246, em Liège, na Bélgica. Pouco tempo depois, o papa Urbano IV (1264) estendeu a festa a toda a Igreja, e, ao longo do século XIV, foi-se convertendo rapidamente numa das festas mais apreciadas pelo povo cristão, que incluía a procissão com o Santíssimo, pelas ruas das cidades.
No Missal de Paulo VI (1970) a festa chama-se do «Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo», assumindo assim também a memória do Sangue de Cristo (suprimiu-se a Festa do Preciosíssimo Sangue, que se celebrava em 1 de Julho).
Celebra-se na quinta-feira depois do Domingo da Santíssima Trindade, em muitos países, no domingo seguinte. As orações menores e a Sequência são as mesmas do Missal de Pio V (1570), mas há dois Prefácios sobre a Eucaristia (um para Quinta-Feira Santa e outro para o Corpus, mas ambos proclamáveis nesta festa) que são uma teologia mais atualizada do mistério eucarístico. Também se enriqueceu notavelmente a série de leituras, diferentes nos três ciclos dominicais.
«Entre as procissões eucarísticas, tem particular importância e significado, na vida pastoral da paróquia ou da cidade, aquela que se costuma fazer cada ano na solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo ou noutro dia mais oportuno próximo desta solenidade» (RCCE 102; cf. EM 59, in EDREL 2552). Deixa-se ao critério do bispo diocesano a conveniência e as modalidades desta procissão.

Santa Missa em honra a Santo Antônio – Matriz

Oração pedindo graças a Santo Antônio!

Eu te saúdo, pai e protetor Santo Antônio!
Intercede por mim junto a Nosso Senhor Jesus Cristo
a fim de que ele me conceda a graça que desejo (mencionar a graça).

Eu te peço, amado Santo Antônio,
pela firme confiança que tenho em Deus a quem serviste fielmente.
Eu te peço pelo amor do menino Jesus que carregastes em teu braço.
Eu te peço por todos os favores que Deus te concedeu neste mundo,
pelos inúmeros prodígios que Ele operou
e continua operando diariamente por tua intercessão.

Amém

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