E assim setembro vai chegando ao fim …

Nesse mês de setembro fomos agraciados com celebrações especiais que marcaram nossa vida de fé e comunhão. Recordo as 26 crianças que realizaram a primeira Eucaristia na Igreja Matriz, e as 13 na Igreja de São Miguel e Santa Rita, cujo olhar emocionado e feliz por receber pela primeira vez Jesus na Hóstia Santa ilustrou candidamente o quanto a Eucaristia é um dom de amor e uma dádiva para cada um de nós.

Celebramos ainda no dia 7 de setembro, precedida por uma vigília de oração até a meia-noite na matriz, a Missa pela pátria na comunidade de N.Sra. dos Navegantes. Pedimos intensamente que N. Sra. Aparecida, padroeira do Brasil, olhasse com ternura para nosso país nesse momento crítico em sua economia, política e sociedade.

Mas o ponto alto desse mês pode-se considerar a nossa festa patronal, celebrada com festividades sociais no sábado e no domingo. A procissão e Missa de sábado dia 10, presididos por Pe. Leandro Rech, ex-pároco da paróquia, a Missa solene com festeiros no domingo dia 11, bem como o tríduo preparatório dos dias 11, 12, e 13 para a Missa da Exaltação da Santa Cruz, no dia 14, foram celebrados com clima de grande devoção. O tríduo foi dividido e animado pelas nove comunidades e presidida cada dia por um padre conhecido de nossa paróquia. No domingo presidiu a Missa Pe. Alceoni Berckembrock, primeiro padre a ser ordenado nessa paróquia; na segunda, Pe. Sérgio Giacomelli, até recentemente vigário paroquial; na terça, Pe. Mário Sérgio Baptistim, vigário paroquial de 2008 à 2011. Infelizmente Dom Vito Schlickmann e Pe. Valdemar Groh, respectivamente o primeiro e segundo párocos da Santa Cruz, convidados para celebrarem tanto a solenidade da festa quanto a memória de N.Sra. das Dores, não puderam na última hora comparecer. Mas nada que impedisse que no dia 14 uma bela quermesse, com carreteiro, pães, bolos e doces concluísse nossas festividades em clima de alegria, confraternização e comunhão. Toda a comunidade colaborou, e rogo a Deus que recompense a cada um pela generosidade em doar prendas, em participar e em trabalhar.

Espero que esses eventos somente animem cada um dos paroquianos a sentir-se cada vez mais integrante de uma bela família de fé, devota da Santa Cruz de Cristo, nossa única esperança.

Uma saudação fraternal e a bênção de Deus.

Pe. Gilson Meurer, pároco.

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