Ordenações Diaconais: Fracisco e Marcos

O Centro de Evangelização Angelino Rosa (CEAR), em Governador Celso Ramos, será o local da Missa de ordenação dos 13 futuros diáconos da Arquidiocese, no dia 20 de junho. Presidida pelo Arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, a celebração, com início às 15h, acolhe os candidatos ao diaconato permanente que concluíram a 15ª turma da Escola Diaconal São Francisco de Assis, no dia 24 de janeiro.

Nossa paróquia terá a graça de ter entre os ordinandos dois paroquianos:
- Francisco Carlos de Souza, da comunidade São José Operário, cujo lema escolhido foi “Eis-me aqui, envia-me” Is 6, 8 – resgatando o lema de nosso finado diácono Venceslau, falecido em outubro de 2014, e revelando sua prontidão ao serviço.
- Marcos Ramos Sarmento, da comunidade Nossa Senhora dos Navegantes e São Pedro, cujo lema escolhido foi “Defendei o oprimido e o órfão, fazei justiça ao humilde e ao pobre” Sl 81,3 – revelando o desejo de viver um carisma voltado aos mais necessitados.

Para bem nos prepararmos para esse momento, a equipe vocacional elaborou uma celebração especial para refletirmos sobre as vocações e, de modo especial, a vocação do diácono. Clique aqui para ter acesso ao documento, replique e reze em sua pastoral, grupo bílico, movimento, grupo de oração, na sua comunidade, e até individualmente.

Neste ano, o Brasil comemora os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II e também o jubileu de ouro da restauração do diaconato permanente. São mais de 3.400 diáconos presentes atuantes em 160 dioceses brasileiras.

Nos primeiros séculos da Igreja, este ministério foi restaurado pelo Concílio Vaticano II como “grau próprio e permanente da hierarquia” (LG, n. 29; cf. Doc. CNBB 96, n. 4).

O orientador do diaconato permanente, Pe. Valter Goedert, explica que o diácono suscita no povo de Deus a correspondente vocação ao serviço. “O diácono é o animador, por excelência, do serviço na comunidade eclesial”, destacou. A ordenação é para o serviço da Palavra, da caridade e da liturgia. Exerce a missão na comunidade eclesial e vive com a família – a maioria dos diáconos têm esposa e filhos. “A esposa e os filhos, com abnegação, entendem as ausências do lar que o serviço à Igreja e ao mundo exigem, pois são a essência do ministério diaconal”, lembrou o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Na Arquidiocese de Florianópolis, dos 136 diáconos permanentes, a maior parte concluiu o Ensino Médio e tem entre 61 e 70 anos. Ao todo, desde o início, há 44 anos, 328 candidatos passaram pela Escola Diaconal, dos quais, 210 foram ordenados diáconos.

Enviai Senhor, operários à vossa Messe, pois a Messe é grande e poucos são os operários!

Texto adaptado de:

http://arquifln.org.br/eventos/ordenacao-diaconal/

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